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A Direção Regional de Punta Arenas e os Carabineiros apreenderam um total de 7.137 produtos, incluindo mochilas, bolsas, brinquedos, cadernos e outras mercadorias diversas, através de operações conjuntas durante o primeiro trimestre de 2026.
"Foram 28 os procedimentos desenvolvidos em diferentes estabelecimentos comerciais e shoppings da Região de Magalhães, que permitiram retirar de circulação diversos artigos que eram comercializados ao público, mas que, na sua maioria, infringiam as normas chilenas de propriedade intelectual e industrial", comunicou o serviço público regional.
Por sua vez, o diretor da Alfândega de Punta Arenas, Reinhold Andronoff, explicou que "este tipo de operações é extremamente relevante porque um dos nossos papéis como instituição pública é evitar que estes produtos, que não possuem as aprovações correspondentes e que são falsificados, cheguem às mãos dos cidadãos".
"Com isso, não só evitamos a evasão fiscal pelo não pagamento de impostos, mas também que os chilenos e chilenas não sejam expostos a mercadorias que possam prejudicar a sua saúde. Além disso, apoiamos o comércio lícito ao evitar a proliferação de concorrência desleal que não cumpre com toda a legalidade existente", acrescentou.
Nesta linha, este tipo de apreensões permitiu que as diferentes marcas, que tiveram os seus produtos violados ao serem comercializados como falsificações, pudessem realizar as ações legais correspondentes e apresentar queixa contra os responsáveis.
O Chefe da Zona de Magalhães e Antártida Chilena, General Marco Alvarado, assinalou que "este trabalho coordenado com o Serviço Nacional de Alfândegas reflete o compromisso permanente dos Carabineiros do Chile com a proteção da cidadania e o combate ao comércio ilícito na Região de Magalhães. Através de fiscalizações conjuntas, conseguimos detetar e apreender uma quantidade significativa de produtos falsificados e mercadorias introduzidas irregularmente no país, evitando assim a circulação de artigos que violam a legislação vigente e que, em muitos casos, podem representar um risco para as pessoas".
"Como instituição, continuaremos a fortalecer estas ações interinstitucionais, orientadas não só para combater crimes associados ao contrabando e à propriedade intelectual, mas também para salvaguardar o comércio estabelecido e proporcionar maior segurança à comunidade", complementou.
É importante destacar que o Serviço Nacional de Alfândegas está autorizado a realizar fiscalizações em estabelecimentos comerciais e pode realizar controles posteriores à importação. Pode analisar a informação tributária e verificar no local se os processos e normas de comércio exterior estão a ser cumpridos.
"O acima exposto é realizado através de um trabalho planeado e coordenado interinstitucional para o controlo das mercadorias que estão à venda no comércio e que possam ter sido introduzidas por passagens não habilitadas", precisou as Alfândegas.
Fonte: portalportuario

