• 2 min de lectura
• 2 min de lectura

A Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca do Ministério da Economia da Nação informa que as exportações de 209 produtos agroindustriais (de 332 exportados) cresceram anualmente durante o primeiro quadrimestre de 2026, atingindo USD 11.318 milhões em valor, por um total de 29,67 milhões de toneladas, segundo dados processados pela Subsecretaria de Mercados Agroalimentares com base no INDEC.
Entre os produtos com crescimentos relevantes em seu volume destacam-se: sementes de girassol com 1.366%; feijão comum preto seco descascado com 865%; fios de algodão com 863%; feijão seco com 381%; gergelim com 190%; tabaco desvenado com 132%; manteiga com 109%; outras forrageiras com 86%; carne e produtos suínos com 84%; mel com 84%; grãos de trigo com 77%; limão com 76%; óleo de girassol com 69%; lã suja com 66%; sorvetes com 65%; pêssego com 51%; leite em pó com 44%; vermute com 42%; panificados e grãos de cevada com 41%; suco de uva com 38%; suco de laranja com 37%; glicerol com 35%; alho com 29%; carne bovina, desossada, congelada com 10%; entre outros.
Além disso, 89 produtos alcançaram os volumes máximos exportados da década.
Por sua vez, foram reportados 33 produtos que não foram exportados no quadrimestre de 2025 e o foram em 2026, representando 21,4 milhões de dólares. Entre eles, mencionam-se batata-doce, gordura de porco, sementes de cártamo, maçã e pera seca, carne caprina, entre outros exemplos.
O agronegócio fortalece sua presença no mundo, acompanhado pelas medidas adotadas pelo Governo nacional, como a redução e/ou eliminação dos direitos de exportação, a abertura de novos mercados, os acordos comerciais como o da União Europeia-Mercosul ou com a EFTA e a simplificação e digitalização de trâmites, facilitando o processo exportador.
Fonte: argentina_agricultura