• 2 min de lectura
• 2 min de lectura

Mais mercadorias, mais movimento e maior atividade portuária. Os terminais de uso público e privados do país movimentaram 29.685.373 toneladas métricas (TM) de carga entre janeiro e maio de 2026, segundo informações da Autoridade Portuária Nacional (APN), órgão adscrito ao Ministério dos Transportes e Comunicações (MTC). Este resultado confirma o dinamismo da atividade portuária e o papel estratégico da infraestrutura marítima e fluvial para o comércio exterior e a logística nacional.
O Porto de Callao consolidou-se como o principal hub logístico do país. O Novo Terminal de Contêineres-Zona Sul, operado pela DP World Callao, liderou o movimento de carga com 9.252.074 TM, seguido pelo Terminal Norte Multiuso, administrado pela APM Terminals Callao, com 7.969.229 TM.
No restante do país, destacaram-se o Terminal Portuário de Matarani, com 3.479.935 TM; o Terminal Portuário Multiuso de Chancay, com 2.361.858 TM; o Terminal Portuário General San Martín (Paracas), com 1.949.066 TM; o Terminal Portuário de Salaverry, com 1.568.731 TM; o Terminal Portuário de Paita, com 1.377.046 TM; e o Terminal de Embarque de Concentrados de Minerais, com 1.319.724 TM.
Em conjunto, os terminais marítimos concentraram 29.521.580 TM, equivalente a 99,4% da carga movimentada a nível nacional, enquanto os terminais fluviais registraram 163.793 TM.
Tráfego de contêineres
Entre janeiro e maio deste ano, os terminais portuários movimentaram 1.718.531 TEU, dos quais 1.712.558 TEU corresponderam a terminais marítimos e 5.973 TEU a terminais fluviais.
O Novo Terminal de Contêineres-Zona Sul de Callao liderou o movimento de contêineres com 894.872 TEU, seguido pelo Terminal Norte Multiuso de Callao, com 481.240 TEU.
Também se destacaram o Terminal Portuário Multiuso de Chancay, com 164.221 TEU; o Terminal Portuário de Paita, com 134.072 TEU; o Terminal Portuário General San Martín, com 32.104 TEU; e o Terminal Portuário de Matarani, com 5.855 TEU.
No âmbito fluvial, o maior movimento foi registrado no Terminal Portuário de Logística Peruana del Oriente (LPO) de Pucallpa, com 4.092 TEU, seguido do Terminal Júpiter, com 1.739 TEU, e o Terminal Portuário de Yurimaguas Nueva Reforma, com 142 TEU.
Para o MTC, esta evolução reflete o crescimento sustentado da atividade portuária nacional e a consolidação de terminais estratégicos como Callao e Chancay, que fortalecem a competitividade logística do Peru e sua integração com os mercados internacionais.

