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O Porto Caldera projeta consolidar-se, a longo prazo, como um terminal multipropósito estratégico para a Região do Atacama, abordando as oportunidades oferecidas pelo crescimento da mineração, da agroindústria e do comércio com o noroeste argentino.
A perspectiva futura também é respaldada pelas ações que estão sendo impulsionadas no recinto portuário para fortalecer a competitividade, atrair novas cargas e consolidar uma operação durante todo o ano.
A visão foi apresentada em um encontro ampliado do Porto Caldera com estivadores da baía, ocasião em que foram compartilhados os objetivos de desenvolvimento do terminal.
A convocação foi estendida às organizações sindicais do recinto marítimo, que conheceram a estratégia de desenvolvimento impulsionada pela empresa e participaram de um espaço de diálogo e troca de opiniões sobre os desafios e possibilidades que se apresentam.
Por sua vez, Jorge Falcon, gerente geral do Porto Caldera, destacou que o desenvolvimento do terminal portuário deve ser construído com base na confiança e no trabalho conjunto.
"O Porto Caldera cumpre um papel estratégico para o desenvolvimento do Atacama. Nosso desafio é continuar fortalecendo uma operação segura, confiável e competitiva, capaz de responder às necessidades de nossos clientes e de gerar novas oportunidades para os trabalhadores e a comunidade. Estamos convencidos de que esse objetivo só será possível através do diálogo, da confiança e de uma visão compartilhada de futuro", indicou Falcon.
Enquanto isso, a prefeita de Caldera, Brunilda González, valorizou a realização do encontro e destacou a importância de fortalecer o trabalho colaborativo entre todos os atores vinculados à atividade portuária.
"Caldera enfrenta uma oportunidade histórica de crescimento e o porto será um ator fundamental para aproveitá-la. Para isso, precisamos de confiança e maturidade de todos os atores envolvidos. É possível salvaguardar os direitos dos trabalhadores e, ao mesmo tempo, gerar as condições para atrair novos investimentos e mais oportunidades para nossa comuna. Queremos que o Porto Caldera se desenvolva, porque seu crescimento também significa desenvolvimento para a comuna e seus habitantes", mencionou González.
Por sua vez, Carolina Castillo, presidente do sindicato N°2 de estivadores portuários de Caldera, reconheceu a instância de conversa e manifestou a disposição de continuar fortalecendo o diálogo.
"Esperamos fortalecer a comunicação entre todos os atores para recuperar a confiança e continuar avançando. O mais importante é reativar o porto e gerar as condições para que possamos ter trabalho durante todo o ano. Vemos com otimismo as oportunidades de crescimento que foram apresentadas e acreditamos que podem ser muito positivas para o futuro dos trabalhadores portuários", assinalou Castillo.

