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Vários meses se passaram desde que a DP World, a empresa multinacional operadora do Cais Sul do porto de Callao, apresentou formalmente ao Estado peruano sua proposta para estender o prazo de sua concessão de 2036 para 2066.
Esta iniciativa é realizada ao abrigo da recente atualização da Lei do Sistema Portuário Nacional, norma que permite a extensão dos contratos de concessão portuária em troca de compromissos de investimento privado de grande escala que fortaleçam a infraestrutura e a competitividade do comércio exterior no país.
Em troca de consolidar a operação do Cais Sul por mais 30 anos, a DP World propõe executar um robusto plano diretor de infraestrutura e equipamentos que supera os US$ 1,300 milhões.
Em entrevista exclusiva ao jornal Gestión, Marco Hernández, gerente geral da DP World Callao, detalhou os eixos centrais sobre os quais se projeta transformar o terminal:
A concretização desta adenda é estratégica em um momento decisivo para o mapa logístico do Pacífico Sul:
«O plano apresentado ao Estado não busca apenas adicionar capacidade física, mas sim consolidar o Cais Sul como um polo logístico altamente tecnológico, eficiente e sustentável para os próximos 40 anos.»
— Marco Hernández, Gerente Geral da DP World Callao