• 2 min de lectura
• 2 min de lectura

O rei Willem-Alexander ativou simbolicamente o primeiro trecho da rede nacional de hidrogênio no Porto de Roterdã, que consiste em um gasoduto de 32 quilômetros de extensão entre Maasvlakte e Pernis.
A construção da rede nacional de hidrogênio começou em outubro de 2023. Com a conclusão deste primeiro trecho, o hidrogênio poderá ser transportado das usinas de produção em Maasvlakte para a indústria. Nos próximos anos, a rede será expandida para as principais regiões industriais dos Países Baixos e conectada às redes e centros de armazenamento da Alemanha e da Bélgica.
A conclusão da primeira fase em Roterdã representa um passo importante para uma indústria mais sustentável, sem perder competitividade. Graças ao Porto de Roterdã, transformado em um centro energético europeu, e à conexão estratégica do Corredor do Delta do Reno, hidrogênio e CO? podem ser transportados entre os Países Baixos e a Alemanha. Essa infraestrutura constitui, portanto, um pilar fundamental para um sistema energético europeu integrado.
Nesse sistema, o hidrogênio, o CO?, o gás natural, o calor e a energia eólica reforçam a autonomia estratégica e a capacidade de gerar receitas econômicas dos Países Baixos e do noroeste da Europa.
A rede nacional de hidrogênio, que finalmente abrangerá aproximadamente 1.200 quilômetros, utiliza amplamente os gasodutos existentes. Por isso, constitui um requisito fundamental para o desenvolvimento de um mercado de hidrogênio eficiente e para alcançar uma indústria mais sustentável. A primeira usina de hidrogênio já está conectada à rede. Prevê-se que nos próximos anos mais usinas de produção e importação, bem como clientes industriais, sejam conectados à rede de Roterdã.
Fonte: portalportuario

