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O Porto de Iquique transferiu 324.347 toneladas de carga durante maio de 2026, volume movimentado através da atenção a 34 navios, de acordo com dados da Empresa Portuária Iquique (EPI). Este número representou um aumento de 4,72% em relação ao mesmo mês de 2025, quando foram registradas 309.721 toneladas.
Em seu detalhamento, no quinto mês do presente ano, foram movimentadas 71.197 toneladas de carga ligadas à atividade de exportações e 142.204 toneladas relacionadas à atividade de importações.
Ao considerar o total de toneladas tratadas no período de análise, verifica-se que 261.807 toneladas correspondem a contêineres, 26.341 toneladas a carga fracionada e a soma de 20.200 toneladas está ligada ao desembarque de automóveis.
No período revisado, não foi registrado o movimento de granéis líquidos. No entanto, foi realizado o manuseio de 16.000 toneladas de carga relacionada à atividade de granéis sólidos, sendo o único mês até agora neste ano com tal atividade.
Ao detalhar mais o relacionado aos contêineres, verifica-se que um total de 22.056 TEU entraram no Porto de Iquique e outros 18.827 TEU saíram, totalizando 40.883 TEU manipulados em maio de 2026.
Além disso, 712 contêineres de 20 pés cheios entraram no porto chileno no período revisado e 551 saíram. No caso das caixas de 40 pés, os números foram de 10.024 e 1.289, respectivamente.
Enquanto isso, 544 recipientes de carga vazios de 20 pés entraram no Porto de Iquique e 58 saíram. Por sua vez, 376 contêineres de 40 pés desocupados foram internados e 7.820 foram retirados.
Em maio de 2026, o Porto de Iquique movimentou um total de 81.071 toneladas de carga vinculadas à Bolívia, consolidando seu papel como um facilitador logístico chave para a conectividade da Macrorregião Andina.
Do total operado, 21.878 toneladas corresponderam a carga boliviana embarcada no recinto portuário, enquanto as 59.193 toneladas restantes corresponderam a mercadorias desembarcadas com destino ao país altiplano.
É importante lembrar que a Iquique Terminal Internacional (ITI), graças à gestão da EPI e do Serviço Nacional de Alfândegas, habilitou uma zona primária temporária nas instalações da ex-Marco Chilena, destinada ao armazenamento e despacho de contêineres com origem ou destino na Bolívia.
O objetivo disso é ajudar a enfrentar melhor os efeitos que a contingência social na Bolívia tem implicado para a cadeia logística, permitindo agilizar os fluxos de recepção e despacho de carga, em um contexto marcado por restrições nas rotas internacionais e um aumento na demanda operacional.
Fonte: Portal Portuário

