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No decorrer da quarta-feira, 8 de julho, os Estados Unidos completaram uma nova rodada de ataques contra posições iranianas, com o objetivo de "degradar ainda mais a capacidade do Irã de atacar a navegação comercial e os marinheiros civis inocentes no Estreito de Ormuz", conforme comunicado pelo Comando Central dos EUA (Centcom).
"As forças americanas atacaram aproximadamente 90 alvos militares iranianos, incluindo sistemas de defesa aérea, ativos de vigilância costeira, locais de armazenamento de mísseis e drones, capacidades navais e infraestrutura logística militar ao longo da costa do Irã. Esses últimos ataques somam-se à execução bem-sucedida de ofensivas no Irã na noite anterior", especificou o comando unificado americano.
"As forças do Centcom atingiram aproximadamente 80 alvos militares iranianos em 7 de julho, incluindo mais de 60 embarcações menores da Guarda Revolucionária Islâmica, para impor um alto custo ao Irã por violar o cessar-fogo ao atacar três navios comerciais que navegavam pelo Estreito de Ormuz", complementou.
Vale lembrar que o Governo dos Estados Unidos revogou a licença geral que permitia ao Irã vender petróleo nos mercados internacionais. A decisão de Washington foi tomada após os ataques iranianos contra três navios comerciais no Estreito de Ormuz.
O gatilho direto da ofensiva econômica e militar da nação norte-americana foi a agressão sofrida pelos navios Al Rekayyat, com bandeira das Ilhas Marshall; o Wedyan, com pavilhão da Arábia Saudita; e o Cyprus Prosperity, pertencente ao registro de navios da Libéria.

