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MOSCOU, 25 de maio (Reuters) – Várias minas magnéticas produzidas pela OTAN foram detectadas em um petroleiro no porto russo de Ust-Luga, no Mar Báltico, disse o Comitê Investigativo da Rússia na segunda-feira.
O comitê disse que as minas foram encontradas por mergulhadores durante uma inspeção do casco do petroleiro Arrhenius, que chegou do porto de Antuérpia, na Bélgica, para carregar gás liquefeito de petróleo.
A Rússia reforçou as medidas de segurança em seus portos após suspeitas de atos de sabotagem destinados a minar sua infraestrutura energética.
No ano passado, a Rússia ordenou que mergulhadores inspecionassem navios em seus portos, após suspeitas de ataques a quatro petroleiros. O petroleiro Suezmax Koala encalhou em Ust-Luga após uma explosão em sua casa de máquinas em fevereiro de 2025.
De acordo com dados de rastreamento de navios da LSEG, o Arrhenius tem bandeira da Libéria e é gerenciado pela Maple Mariner Holding nos Emirados Árabes Unidos.
Uma porta-voz do Comitê Investigativo da Rússia, Svetlana Petrenko, disse que as minas foram produzidas por um país da OTAN. Ela disse que a embarcação, que entrou em Ust-Luga em 20 de maio, estava programada para navegar para o porto turco de Samsun.
A OTAN não estava imediatamente disponível para comentar.
As minas foram desativadas, disse ela.
"Com base nas ações investigativas iniciais, já se pode concluir que as minas magnéticas não poderiam ter sido instaladas em águas territoriais russas", disse Petrenko.
(Reportagem da Reuters, Redação de Alessandra Prentice; edição de Guy Faulconbridge e Ros Russell)
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Este artigo contém reportagens da Reuters, publicadas sob licença.
Fonte: GCAPTAIN_NEWS

