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Um espanhol que viajava no MV Hondius garantiu que nem todos os passageiros do cruzeiro que teve o surto de vírus hanta foram acompanhados, pois 23 desembarcaram antes de chegar às Canárias e voltaram para suas casas.
A rastreabilidade é um dos eixos da campanha para evitar a propagação da doença, mas o dado preocupante foi exposto por El País, que publicou que um passageiro espanhol garantiu que vários hóspedes do MV Hondius desembarcaram em 22 de abril na ilha de Santa Helena, 10 dias após a primeira morte a bordo, e de lá iniciaram o retorno para suas casas.
Enquanto isso, o Departamento de Saúde da Espanha informou que já são 10 os casos de hanta, após a confirmação de um espanhol que está internado no Hospital Gómez Ulla, em Madrid.
Em relação aos dois casos suspeitos, um deles, o cidadão americano que deu positivo "fraco" em um primeiro teste em Cabo Verde, finalmente deu negativo.
Enquanto isso, 12 funcionários do hospital universitário Radboudumc de Nimega, na Holanda, foram colocados em quarentena preventiva por seis semanas após terem sido potencialmente expostos ao hantavírus ao atender um paciente infectado procedente do cruzeiro MV Hondius, segundo publica 20 Minutos.
Segundo explicou o centro médico, durante o atendimento a um paciente que foi internado na quinta-feira procedente do Hondius ocorreram dois incidentes relacionados ao manuseio de amostras biológicas. Por um lado, o sangue extraído do paciente foi processado seguindo o protocolo padrão, quando devido à natureza do vírus deveria ter sido tratado sob medidas mais rigorosas de biossegurança. Além disso, no sábado, constatou-se que, durante a eliminação da urina do paciente, não haviam sido aplicadas as normas internacionais mais recentes, que também exigiam procedimentos reforçados.
O cruzeiro MV Hondius zarpou na segunda-feira rumo ao Porto de Roterdã com a tripulação, onde deveria chegar na segunda-feira, 18 de maio. O surto a bordo já provocou três mortes.
Fonte: portalportuario

